Consumo:
O consumo é a atividade que consiste na fruição de (bens) e serviços pelos indivíduos, pelas empresas ou pelo governo, e que implica a posse e destruição material (no caso dos bens) ou imaterial (no caso dos serviços). Constitui-se na fase final do processo produtivo, precedido pelas etapas da produção, distribuição e comercialização.
Consumismo
O consumismo é o ato de consumir (comprar) produtos de forma exagerada. As pessoas consumistas adquirem produtos (roupas, produtos eletrônicos, jóias, carros, imóveis) sem ter a necessidade destes.
O consumismo é típico das sociedades capitalistas e é estimulado pelas campanhas publicitárias vinculadas, principalmente na TV, cinema e meios de comunicação (revistas, jornais, rádios).
Em alguns casos o consumismo pode se tornar uma doença (espécie de vício). Neste caso, a pessoa consumista só consegue obter prazer na vida ao comprar coisas. Em situações como esta, é necessário um tratamento profissional de um psicólogo.
Por outro lado existe também o consumo consciente, que é aquele em que as pessoas compram produtos que estão precisando verdadeiramente. Pesquisam os melhores preços e buscam produtos que não prejudicam a natureza.
Consumo Consciente: bom para o bolso e meio ambiente.
Consumo Consciente é o ato de adquirir e usar bens de consumo, alimentos e recursos naturais de forma a não exceder as necessidades. Além de ser uma questão de cidadania, as atitudes de consumo consciente ajudam a preservar o meio ambiente.
Sugestões de práticas visando o consumo consciente:
- Comprar roupas, alimentos e outras mercadorias na medida certa para o consumo individual ou da família, visando evitar ao máximo o desperdício;
- Gastar água e energia somente o necessário, evitando ao máximo o desperdício;
- Optar pelo uso de combustíveis verdes (biocombustíveis), evitando os combustíveis fósseis (gasolina, diesel, etc.);
- Reutilizar produtos e bens naturais sempre que possível;
- Adquirir eletrodomésticos (geladeiras, microondas, etc) que funcionem com baixo consumo de energia elétrica;
- Promover a separação e reciclagem do lixo;
- Usar sistemas que evitem o desperdício de água e energia nas residências;
- Utilizar crédito (financiamento, cartão de crédito, crediário) com muita responsabilidade e sempre fazendo as contas para verificar se as compras não vão comprometer o orçamento;
- Valorizar e adquirir produtos de empresas que demonstram preocupações sociais e ambientais;
- Adquirir produtos somente com emissão de nota fiscal;
- Cobrar das empresas, através de sugestões construtivas, a melhoria de produtos e serviços, visando a redução do impacto ambiental;
- Divulgar e participar, sempre que possível, de campanhas que visem a prática do consumo consciente;
- Utilizar sacolas retornáveis para transportar os produtos adquiridos em supermercados;
- Valorizar o consumo de produtos orgânicos que, além de serem benéficos à saúde, a produção envolve práticas de respeito ao meio ambiente.
Curiosidades:
- No dia 15 de março é comemorado o Dia Nacional do Consumidor.
- O consumismo tem se tornado um grande inimigo do Meio Ambiente. O lixo e outros resíduos gerados pelas embalagens e produtos descartados tem causado grandes problemas ambientais, principalmente nos grandes centros urbanos.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Consumismo hoje em dia
Consumismo
hoje em dia é um tema muito discutido, na TV, nos jornais, na mídia em
geral. É um ato que nós seres humanos cometemos, até mesmo
inconscientemente.
É um "sentimento" que nós cultivamos quando vamos ao shopping, às ruas, no supermercado, sentimos uma necessidade: comprar! Nesse processo consumista, inclui-se, inclusive, a compra de serviços, o que caracteriza o consumismo dentro de casa. Uma questão fundamental pode ser colocada: qual é a diferença entre consumo e consumismo? A diferença entre os dois é que no consumo, as pessoas adquirem somente aquilo que lhes é necessário. serve para a sua própria sobrevivência, ou seja, coisas necessárias para que ele sobreviva já no consumismo, as pessoas gastam seu dinheiro em coisas que não são vitais para ela, e eu considero isso como ma ganância, pois a pessoa compra um carro, ai depois casa, e depois a mulher precisa de um carro e vai lá e compra mais um carro. Isso é um consumo, mas se a pessoa tem dois carros(um para ela e um para a esposa), e compra mais carros, os carros não vão ser utilizados, ..., isso é um caso muito comum entre pessoas de renda maior. E isso sim é consumismo.

Em alguns casos tem pessoas que são consumistas impulsivamente, e isso é uma doença, ela acaba vendo uma coisa e já compra, ..., tudo aquilo que ela vê, ela irá comprar.
E esse consumismo compulsivo, pode ter uma explicação histórica, pois após a revolução industrial, no século XV, e logo depois veio a industrialização que possibilitou a produção em grande escala e com rapidez, e podemos ver hoje, que lança um celular "high-tech" de ultima geração e está a 600 reais por exemplo, e passa 1 mês, e já lançou um celular com mais capacidade de memória e com mais utilidades; um celular multifuncional, e as pessoas vão comprando celulares novos todos os dias.
E um lado negativo do consumismo junto com o crescimento acentuado da industrialização é que não se preocuparam com o meio ambiente, e nós já estamos sentindo alguns "incômodos" que iríamos sentir daqui a 50 anos.

Caio Cerqueira N°09 2 E.M.
É um "sentimento" que nós cultivamos quando vamos ao shopping, às ruas, no supermercado, sentimos uma necessidade: comprar! Nesse processo consumista, inclui-se, inclusive, a compra de serviços, o que caracteriza o consumismo dentro de casa. Uma questão fundamental pode ser colocada: qual é a diferença entre consumo e consumismo? A diferença entre os dois é que no consumo, as pessoas adquirem somente aquilo que lhes é necessário. serve para a sua própria sobrevivência, ou seja, coisas necessárias para que ele sobreviva já no consumismo, as pessoas gastam seu dinheiro em coisas que não são vitais para ela, e eu considero isso como ma ganância, pois a pessoa compra um carro, ai depois casa, e depois a mulher precisa de um carro e vai lá e compra mais um carro. Isso é um consumo, mas se a pessoa tem dois carros(um para ela e um para a esposa), e compra mais carros, os carros não vão ser utilizados, ..., isso é um caso muito comum entre pessoas de renda maior. E isso sim é consumismo.

Em alguns casos tem pessoas que são consumistas impulsivamente, e isso é uma doença, ela acaba vendo uma coisa e já compra, ..., tudo aquilo que ela vê, ela irá comprar.
E esse consumismo compulsivo, pode ter uma explicação histórica, pois após a revolução industrial, no século XV, e logo depois veio a industrialização que possibilitou a produção em grande escala e com rapidez, e podemos ver hoje, que lança um celular "high-tech" de ultima geração e está a 600 reais por exemplo, e passa 1 mês, e já lançou um celular com mais capacidade de memória e com mais utilidades; um celular multifuncional, e as pessoas vão comprando celulares novos todos os dias.
E um lado negativo do consumismo junto com o crescimento acentuado da industrialização é que não se preocuparam com o meio ambiente, e nós já estamos sentindo alguns "incômodos" que iríamos sentir daqui a 50 anos.
Caio Cerqueira N°09 2 E.M.
Todo mundo está cansado de saber que é preciso consumir menos. Mas é
fácil falar, difícil é fazer. Quem nunca se arrependeu por ter comprado
mais do que precisava? Aquelas três sandálias iguais que você levou só
porque estavam em promoção, aquele cinto excêntrico que você nunca teve
coragem de usar, e mesmo aquelas frutas que estão murchando na
geladeira.
Essas coisas acontecem com todo mundo, e são sintomas do consumismo. Esse fenômeno que afeta a nossa geração está acabando com o planeta. Infelizmente governos e empresas estimulam e atrelam seu crescimento ao nível e ou à capacidade de consumo da população. Por mais de século essa tem sido a mola propulsora do chamado desenvolvimento. Até quando vamos acreditar nessa história da carochinha? Não acha que já está mais do que na hora de aposentar esse modelo arcaico de desenvolvimento?
Enfim, enquanto estamos nesse mundo em transição, importa-nos tomar o cuidado de refrear nosso ímpeto de consumo, tão estimulado para se criar uma demanda de necessidades que de fato não existem. Até aí todos sabem, não é mesmo? Mas afinal, como acabar com o consumismo?
No interior tem um ditado que diz “não se cutuca onça com vara
curta”. Fazendo uma adaptação para o tema, aqui vai uma grande sugestão
“não gaste o seu tempo olhando lojas”. Explicando. Muita gente adora
gastar o tempo livre passeando pelas lojas. E raramente quando as
pessoas estão nesse tipo de situação, conseguem resistir e sair de um
shopping ou de uma loja sem uma ou duas sacolas. As vitrines são lindas,
recheadas de coisas feitas para serem atraentes. Mas isso não significa
que você precise delas. Nessas horas que compramos coisas por impulso e
pelo simples ato de comprar, na maioria das vezes levamos para casa
coisas sem necessidade e que rapidamente serão descartadas.
Quer passear? Que tal outro lugar onde não exista a pressão do “me compra, me compra, me compra!” ? Uma praça, uma parque, um museu ou mesmo um restaurante ou um cinema. O ideal é que as pessoas encontrem formas mais agradáveis de passar o tempo. Se você insiste em passar o tempo consumindo (depois de procurar um analista), que tal evitar consumir produtos, e em vez disso consumir serviços?
Os serviços, em geral, tem um impacto menor sobre o meio ambiente se comparado com o processo industrial tradicional de fabricação das coisas. Nos serviços, um mesmo equipamento é capaz de atender a um número maior de pessoas o que reduz o consumo, o volume de lixo e a demanda por matéria prima. Um exemplo é o serviço de taxi. Se cada usuário optar por usar o seu carro já sabemos dos problemas. Nesse sentido, tem crescido o movimento de Consumo Colaborativo, sobre o qual escreveremos em outro post. Apenas para dar uma pitada do que se trata,é uma nova forma de economia que parece estar surgindo, baseada não no ter individualmente, mas no ter e compartilhar coletivo. É o caso das pessoas que alugam quartos para estudantes ou turistas, do Zipcar, que na Europa funciona alugando carros por preços módicos para as pessoas passearem, irem para o trabalho, etc, evitando que todos precisem de possuir um veículo.

Gustavo Cerqueira N° 20 2 EM
Essas coisas acontecem com todo mundo, e são sintomas do consumismo. Esse fenômeno que afeta a nossa geração está acabando com o planeta. Infelizmente governos e empresas estimulam e atrelam seu crescimento ao nível e ou à capacidade de consumo da população. Por mais de século essa tem sido a mola propulsora do chamado desenvolvimento. Até quando vamos acreditar nessa história da carochinha? Não acha que já está mais do que na hora de aposentar esse modelo arcaico de desenvolvimento?
FIB – Felicidade Interna Bruta
Desenvolvimento no sentido amplo e real da palavra não se resume a crescimento do nível de consumo. Felizmente, temos sinais de que as coisas estão começando a mudar. Prova disso é o burburinho que o pequeno reino do Butão gerou ao criar uma alternativa ao PIB (Produto Interno Bruto, que nas últimas décadas tem sido o índice usado para se avaliar o nível de desenvolvimento de um país). Os butaneses criaram o índice FIB – Felicidade Interna Bruta, que chocou muita gente por causa da simples questão: afinal, um Estado deve trabalhar por acúmulo de dinheiro ou para o bem-estar das pessoas? Dinheiro, aliás, não deveria servir à humanidade, para dar mais conforto e qualidade de vida? Por que foi que ele passou de ferramenta a quase divindade?Enfim, enquanto estamos nesse mundo em transição, importa-nos tomar o cuidado de refrear nosso ímpeto de consumo, tão estimulado para se criar uma demanda de necessidades que de fato não existem. Até aí todos sabem, não é mesmo? Mas afinal, como acabar com o consumismo?
No interior tem um ditado que diz “não se cutuca onça com vara
curta”. Fazendo uma adaptação para o tema, aqui vai uma grande sugestão
“não gaste o seu tempo olhando lojas”. Explicando. Muita gente adora
gastar o tempo livre passeando pelas lojas. E raramente quando as
pessoas estão nesse tipo de situação, conseguem resistir e sair de um
shopping ou de uma loja sem uma ou duas sacolas. As vitrines são lindas,
recheadas de coisas feitas para serem atraentes. Mas isso não significa
que você precise delas. Nessas horas que compramos coisas por impulso e
pelo simples ato de comprar, na maioria das vezes levamos para casa
coisas sem necessidade e que rapidamente serão descartadas.Quer passear? Que tal outro lugar onde não exista a pressão do “me compra, me compra, me compra!” ? Uma praça, uma parque, um museu ou mesmo um restaurante ou um cinema. O ideal é que as pessoas encontrem formas mais agradáveis de passar o tempo. Se você insiste em passar o tempo consumindo (depois de procurar um analista), que tal evitar consumir produtos, e em vez disso consumir serviços?
Os serviços, em geral, tem um impacto menor sobre o meio ambiente se comparado com o processo industrial tradicional de fabricação das coisas. Nos serviços, um mesmo equipamento é capaz de atender a um número maior de pessoas o que reduz o consumo, o volume de lixo e a demanda por matéria prima. Um exemplo é o serviço de taxi. Se cada usuário optar por usar o seu carro já sabemos dos problemas. Nesse sentido, tem crescido o movimento de Consumo Colaborativo, sobre o qual escreveremos em outro post. Apenas para dar uma pitada do que se trata,é uma nova forma de economia que parece estar surgindo, baseada não no ter individualmente, mas no ter e compartilhar coletivo. É o caso das pessoas que alugam quartos para estudantes ou turistas, do Zipcar, que na Europa funciona alugando carros por preços módicos para as pessoas passearem, irem para o trabalho, etc, evitando que todos precisem de possuir um veículo.
Dicas para fugir das armadilhas do consumo
Sim, temos boas oportunidades surgindo. E, para fazermos a nossa parte, vamos dar algumas dicas para você reduzir o consumo e seguir a nova máxima: conseguir mais com menos. Experimente e torne-se mais leve e feliz.- Pense 3 vezes antes de comprar: 1. Você precisa? 2. Você realmente gosta? 3. Serve para você neste momento?
- Prefira comprar coisas duráveis. Podem custar um pouco mais agora, mas não irão para o lixo tão cedo.
- No caso de roupas e decoração, procure comprar produtos neutros, básicos e versáteis, de que você não vai enjoar logo. Para personalizar, use objetos e acessórios diferentes e coloridos, que você trocar de vez em quando. Isso faz seu guarda-roupa ou a decoração de sua casa tornar-se muito mais eficiente com menos.
- Passeie menos no shopping, e mais nos parques e praças da cidade. Assista menos televisão. Quanto mais você se expuser a propagandas, mais vai ter a falsa impressão de que precisa de coisas novas. As vitrines são feitas para serem bonitas. Isso não quer dizer que você vai ser mais feio se não tiver aquele casaco da moda.
- Consuma mais serviços e menos produtos.
- Adote ações de consumo colaborativo, troca e reuso.
- Faz parte da natureza humana querer renovar, e isso se expressa na vontade de ter roupas e objetos novos. Em vez de comprá-los, que tal dar um upcycle nas suas coisas? O Coletivo Verde está cheio de boas idéias para você dar novos usos a suas coisas.

Gustavo Cerqueira N° 20 2 EM
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Alerta!
CONSUMISMO COMPULSIVO
Um mal do qual eu não sofro, mesmo, é do consumismo exagerado. Não que eu seja melhor ou superior às outras pessoas, nada disso (tenho minhas neuras), mas acho que este específico "vírus" não me pegou, talvez por eu não ter a predisposição. Acho que aprendi a dar valor ao meu dinheiro (na verdade eu tenho "dó" de gastá-lo). E depois, não faz parte mesmo da minha personalidade. Sou mais ligada ao que é simples, ao "ser" e não ao "ter", à natureza. Claro que tenho que consumir, na nossa sociedade é impossível não consumir nada! Mas procuro consumir aquilo que necessito, que é útil e que posso pagar. Claro que isso não me impede de fazer umas extravagâncias de vez em quando! Mas o perigo está por todos os lados... Se a gente não se policia, acaba caindo na armadilha do consumismo, que pode virar doença, e muito séria.
Este é um assunto atual, gostaria de alertar as garotas sobre os riscos do consumismo exagerado, já que este atinge principalmente as mulheres. E é aí que devemos redobrar a atenção, para não acabarmos sendo vítimas inconscientes da mídia.
Porque o consumismo atinge principalmente as mulheres?
Bom, desde pequenas as mulheres são incentivadas e impulsionadas às compras em nossa cultura. O consumismo atinge seu auge entre a adolescência e a fase adulta, quando a mulher se torna financeiramente independente.
O consumismo também pode ser usado para remediar carências afetivas e dificuldades de relacionamento. É como se, diante de situações que deixem a pessoa frágil e ansiosa, ela tente preencher a falta de relações mais profundas e complexas com objetos, já que estes não rejeitam nem decepcionam.
O consumidor em potencial só se satisfaz com a compra do objeto de desejo, mas este perde o valor tão logo depois de adquirido. O consumidor então elege outro objeto de desejo e assim vai consumindo compulsivamente, como se quisesse preencher um vazio, um buraco sem fundo, na tentativa vã de suprir suas carências emocionais.
O consumismo também é uma forma de se encaixar em determinado grupo, de obter uma identidade (ainda que falsa e alienada), de ser aceita e notada, o que no fundo remete à uma carência afetiva e à baixa auto-estima.
Não que os homens não sofram desse mal. Muito pelo contrário!
Homens estão mais vaidosos e consumistas
Há dez anos, um a cada 100 homens usava algum tipo de cosmético. Hoje, a proporção é de um a cada 15. Perfumes e colônias são os mais procurados, mas produtos para cabelo e cremes hidratantes tem avançado na preferência.
O estudo do IBOPE Inteligência mostra um crescimento surpreendente do público masculino que encara as compras no supermercado. Os números revelam que aproximadamente 44% do homens brasileiros vão às grandes redes à procura de boas marcas e produtos com sabores requintados na hora de preparar as refeições. Quando se trata de compras na internet, os homens gastam 50% a mais que as mulheres.
Acredito que TODOS devemos ficar atentos!!!
Suellen Silva Martins N°43 2°E.M.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
O consumo te consome

Há uma relação estreita entre a sobrecarga de trabalho, o consumo em excesso e o desequilíbrio emocional. Eu poderia até dizer que essas seriam três grandes marcas dos tempos pós-modernos, de forma que a rotina profissional estressante, o impulso consumista e as emoções desbalanceadas são partes de um ciclo em cadeia que se retroalimenta.
Somos cada vez mais exigidos em termos de produção, principalmente a produção profissional, que muitas vezes ultrapassa os limites aos quais deveria estar contida e, assim, começa a afetar a vida pessoal, as relações e até mesmo a família. Claro que a ansiedade, o estresse e o desequilíbrio emocional – que são hoje problemas comuns de milhões de pessoas – têm muitas vezes origem nessa ambiência social que impõe demandas cada vez mais agressivas de superação constante, que na maioria das vezes visa apenas ao lucro exorbitante do ideal de acumulação do capital. Ao mesmo tempo, como promessa de alívio de toda essa situação angustiante, nos é apresentado um estilo de vida baseado no consumismo e estimulado pelo acúmulo de coisas materiais.
Eu não sei se vocês percebem a conexão: a sobrecarga de trabalho pautada na intenção de ganhar mais dinheiro para poder consumir mais, mas que gera problemas de ordem emocional, os quais por sua vez tentamos solucionar através da promessa de felicidade que existe no consumo, o que acaba gerando dependência do excesso de trabalho.
Parece que o modelo do super profissional, do “workaholic” que produz como máquina e se entrega sem limites ao jogo de resultados, têm se difundido de maneira traiçoeira em nossa cultura nas últimas décadas. De maneira habilidosa, uma promessa muito influente nos tem sido apresentada de forma sutil, a de que uma carreira profissional extremamente bem sucedida é, sem dúvida, o aspecto mais importante em nossas vidas. Por “bem sucedida” entenda-se uma trajetória onde se acumula a maior quantidade de dinheiro e de coisas materiais, e também a quantidade de influência pessoal. Entenda-se a obsessão por lucro e fama. Nesta perspectiva deformada da realidade, o termômetro que mede sua ascensão chama-se consumo. Qual a marca do seu carro? Da sua roupa? Quanto? Quanto? Essa obsessão por quantidade é o que aliena. A alienação chega ao ponto de se valorizar e discutir mais os “direitos do consumidor” do que os direitos humanos, tendo em vista que em poucas décadas o código do consumidor recebeu mais atenção para ser alterado e aperfeiçoado do que os ideais humanitários receberam em toda sua história de existência. Óbvio que a grande estratégia de alimentação do mercado consumidor gira em torno da formação de grandes consumidores em potencial.
by: Bianca Ortega
by: Bianca Ortega
Necessidade X Consumismo
Quantas vezes você já comprou um produto que se quer utilizou?, ou usou poucas vezes?
O consumismo muitas vezes nos leva a fazer maus negocios e a ter perdas financeiras. Precisamos analisar com cuidado os planos de pagamentos ofertados pelos comeriantes, verificarmos exatamente qual a melhor proposta a nós consumidores e principalmente ver se determinado produto é realmente necessario.
Por que consumimos? Em princípio deveria ser para a satisfação de nossas necessidades. Mas a questão é: quais são nossas necessidades? Notamos que aquilo que antes era considerado como necessidade está sendo confundido com desejo. Hoje imaginamos ser uma necessidade termos um celular novo a cada evolução que estes aparelhos apresentam.Ter um tênis cheio de "qualidades" que a publicidade nos apresenta, chique e moderno. Enfim, temos que adquirir cada vez mais, para mostrarmos que estamos inseridos na sociedade. Mas, será que isso é o que realmente importa? Será que necessitamos ter todas essas coisas? Será que não perdemos um pouco a noção do que é realmente necessário e deixamos de nos perguntar coisas simples tais como: qual é a utilidade desse produto? É necessário trocar o aparelho celular, só porque o fabricante lançou outro no mercado mais moderno? Por que priorizar a marca na compra de um tênis?
A midia é uma das grandes aliadas nesse consumismo exorbitante, é um dos meios de comunicação que mais aliena a população, fazendo com que comprem a maioria dos produtos que são lançados, como dito anteriormente muitas vezes sem a necessidade. Alem disso muitos desses produtos não fazem tudo o que realmente prometem, e o consumidor acaba sendo enganado.Já a necessidade é considerado tudo aquilo que é necessario para a sobrevivencia de um ser, como por exemplo alimento, aguá.... não aquilo que as pessoas acha que são como celular, carro, roupas e tenis de marca, tv's, e muitos outros aparelhos tecnologicos....isso não passa de coisas que tornam nossas vidas melhores, mais prazerosas e mais confortaveis, mais poderiamos muito bem viremos sem como antigamente não existia nada disso e as pessoas viriam muitoo bem, um exemplo nossos avós e bisavos, esse mundo tecnologico de hoje para eles é muito estranho e diferente, porque antes eles não tinham acesso a nada disso, muitas coisas não existiam e o que já havia cido criado era muito caro e não era acesivel as familias da classe baixa.
Suzana Monteiro N° 44 2°EM
Sátira ao consumismo
Todos nós temos a consciência que a propaganda é alma do negócio.
Independente do lugar onde estão se é em casa, no ambiente de trabalho ou na escola, ou em revistas, rádios, internet, jornais, televisão, constantemente as pessoas são atraídas pelo consumismo. Algumas sentem certa necessidade de consumir determinados produtos.
A qualquer lugar que as pessoas olham então estampadas às propagandas, umas em lugares estratégicos ao campo de visão, outras em outdoors, amplamente sendo estudados para servir as necessidades de consumo dos humanos.
As necessidades que as pessoas sentem se transformam em desejos que ocasionam as tensões, que vão dando lugar as ações, que como satisfação são feitos os resultados. Esse mecanismo citado é o mais complexo que aparenta.
A maioria das pessoas não estão satisfeitas com o que alcançaram, estão sempre a procura de novas necessidades. Muitas vezes são realizadas as necessidades e em seguidas surgem outras necessidades. As necessidades das pessoas são ilimitadas, mas já os recursos são limitados, muitas necessidades que a pessoas tem, são consideradas artificiais geralmente estimuladas por quem tem a intenção de vender. O que torna as necessidades artificiais são os modelos, ou cores, ou marcas.
SÁTIRA!
Um filme lançado no final de 2010 faz uma sátira a todo esse consumismo e suas consequências O nome dele é "Amor por contrato".
A Trama se passa em uma cidadezinha muito tranquila onde o rendimento anual é de 300 mil dólares por ano. A suposta “família” é na verdade uma divisão encarregada de introduzir produtos na vizinhança(Pensou numa família perfeita? Os Jones, é claro. Gente bonita, elegante, educada, sempre vestida impecavelmente, dirigindo os melhores carros, morando numa mansão decorada com tudo do bom e melhor. Ninguém consegue ser melhor do que eles) e causar um “efeito dominó” para que os produtos sejam vendidos!
Na Trama, os resultados e as conseqüências de consumo desenfreado e a procura de Status vão aparecendo.
O trailer do filme está abaixo:
SÁTIRA!
Um filme lançado no final de 2010 faz uma sátira a todo esse consumismo e suas consequências O nome dele é "Amor por contrato".
Na Trama, os resultados e as conseqüências de consumo desenfreado e a procura de Status vão aparecendo.
O trailer do filme está abaixo:
BRUNA VALHARINI ARAÚJO Nº 07 2ºEM
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