segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Consumismo: Afeta você, a sociedade e o meio-ambiente.

  Está chegando o natal e acredito que é importante lembrarmos de um hábito muito comum nos dias de hoje: “o consumismo desenfreado“.
Todos sabem que nos dias atuais as consequências tanto para a própria pessoa, como para a sociedade e o meio ambiente são, sem dúvida, alarmantes. As pessoas, devido ao sistema que vivem, onde o importante é o que você tem e não que você é, tendem a desenvolver distúrbios caracterizados pela compulsão em comprar coisas desnecessárias que talvez nunca usarão. Além disso, elas são influenciadas por um dos maiores difusores do consumismo: a mídia. Todos os dias somos “bombardeados” com milhares de propagandas. São milhões e milhões gastos para tentar nos fazer comprar os produtos. Também causa consequências à sociedade, já que contribuem para o processo de degradação das relações sociais. Muitas vezes, excluímos pessoas, julgamos, pelo simples fato de ela não possuir tal coisa ou não estar com “roupas da moda”. É surpreendente como uma pessoa é “crucificada” pelo simples fato de não se submeter ao sistema que privilegia poucos, faz você valer o que possui e paga centavos a uma criança chinesa para produzir produtos que são vendidos do outro lado do mundo por preços absurdamente altos. Mas a parte mais desastrosa é a do meio-ambiente. Como é possível um planeta suportar um sistema em que a lei vigente é: “use, descarte, compre sempre o novo”? Estamos destruindo totalmente a Terra para satisfazermos o nosso prazer de comprar, comprar e comprar. Mas nunca cansamos! Esse é o problema! Queremos sempre mais e mais. A cada dia surgem aparelhos mais novos, roupas diferentes. O sistema impõe-nos que devemos sempre ter o mais novo, mesmo que o antigo ainda esteja bom.Devemos mudar nossa mentalidade primitiva e irracional, devemos deixar de pensar apenas no nosso “próprio umbigo” e ver as pessoas que tem menos que nós. Um dos nossos principais problemas é que sempre quando vamos nos comparar com outras pessoas, sempre escolhemos as que têm mais. Por que nunca nos comparamos com as que têm menos?Devemos evoluir. Acabar com esse pensamento que temos de sempre ter mais e mais. Acabar com o “descartar” e, seguir a nova lei: reutilizar, reciclar e reduzir. Reduzir! Todos nós temos direito de comprar, de gastar nosso dinheiro tão suado, mas isso não quer dizer que devemos ter tudo, enquanto outros não têm nada.Mas a mudança depende de nós. Desde mim até ti. Desde o miserável até o bilionário. Desde pessoas sem grandes cargos até presidentes. Desde o ignorante até o intelectual.
Depende de todos nós.Pense nisso! E viva! Reflita! Quebre as regras impostas pelo sistema! Seja livre!



-- Gabriel Carvalho
         nº 18          2º E.M

Somos todos consumidores

Somos todos consumidores sim! mais cada um de uma forma...
Uns adoram gastar o que nem ao menos podem pagar, uns compram o que precisam, outros fazem compras do que precisam e não precisam e outros compram até mesmo pelo fato de ver algo na promoção.
Acho que eu me identifico com todos os tipos rs.
O ser humano tem, por natureza, uma compulsão natural a consumir.
Quer coisa mais agradável do que entrar em uma loja para comprar algo de que precisamos? E mesmo algo de que não precisamos tanto assim? Aliado a essa tendência natural, contamos com a poderosa ajuda da publicidade.

Consumo é tão difícil de definir...no consumo podemos ver o lado bom e ruim...
o bom é poder comprar muitoooo, ou pouco, mais de uma forma ou de outra comprou e isso já da uma alegria imensa rs.
e a parte ruim é que aparecem as dividas e a pessoa acaba entrando em situações que poderiam ter sido evitadas.

Bom...acho que é isso!!


Mariane Martins, Nº33         2ºEm

O Consumo dos Jovens


Consumo e influência

Há inúmeros pontos a serem discutidos sobre as tendências de consumo juvenil, haja vista o volume de opiniões variarem não apenas de pessoa a pessoa, mas do estado de espírito individual que pode se alterar muitas vezes ao longo de um único dia. No entanto, é possível destacar o papel influenciador das relações sociais neste cenário complexo, considerando-se a confiança entre aqueles que são amigos e que por sua vez tornam-se uma verdadeira referência na hora de decidir a compra. É como alegou um adolescente em depoimento sobre o consumo: Os meus amigos são a minha biblioteca particular. O que eles indicam para mim, eu já considero como certo.


Estudo, trabalho e dinheiro

O poder financeiro do jovem depende em parte dos seus responsáveis através de mesadas, e outras convenções. Outra parte deles trabalha e retira do seu esforço o meio para satisfazer a demanda por coisas desejadas. Alguns apenas estudam, outros estudam e trabalham. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que: Segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2004, entre 1993 e 2003, aumentou de 40,7% para 60,9% o número de adolescentes entre 15 e 17 anos de idade que tinham o estudo como atividade exclusiva. Porém, nas faixas etárias seguintes a vantagem de somente estudar ainda é uma realidade para poucos. Assim, 30,4% dos jovens de 18 e 19 anos de idade e 11,7% dos que têm entre 20 e 24 anos apenas estudam. Com isso, mais da metade dos jovens entre 15 e 24 anos ocupavam um posto no mercado de trabalho em 2003.




Perfil de consumo

Este publico investe pesadamente em lazer e alimentação, embora circule por outros segmentso. Ele tem sede de mudança, alem de receber estímulos constantes da exuberante comunicação publicitaria, o que os torna consumistas nomades em muitas ocasiões, a exemplo de ter uma coisa em mente para comprar e decidir-se por outra(s) quando em contato com a variedade.


A conexão social

Para os profissionais mais atentos cumpre observar o valor existente nas relações entre os jovens, e fazer de tal fenômeno o cerne de algumas estratégias para atrair e imprimir a boa impressão de proximidade e satisfação sobre o consumo. Conforme já bem apontado, a indicação de alguém de confiança no grupo social tem o seu peso em ouro, ampliando a chance de influenciar a decisão de compra. É um público que se movimenta em direções múltiplas, contudo, é capaz de direcionar o seu foco de compra no ponto que lhe parece selecionado através de uma indicação próxima. Se por um lado a comunicação do mercado despeja informações excessivas, por outro a triagem delas demonstra ser interessante. Funciona como um respiro saudável. Um descanso para as mentes que fervilham com tanta perspectiva. É um segmento borbulhante e sedento por compras.

Dyllan Souza  -  n° 12    2°EMA

Consumir .

Você já parou para pensar  o que representa um carro, além de te levar da casa ao trabalho ou para algum outro lugar ? Além de suas funções , o carro seduz , dá prazer, concede status, poder e desperta a ambição dos indivíduos. Não somente os carros como produtos também os anunciados pela mídia .
 O consumo é uma ''criadora'' de modas. Os meios de comunicação também alimentam, assim, o sistema capitalista na sua essência mais profunda, isto é, de criar cada vez mais necessidades, para se elaborarem mais soluções e produtos , fazendo assim com que os consumidores , influenciados , comprem os determinados produtos . Em nossa sociedade atual, o consumismo é incentivado pelas empresas, na mídia, mesmo os indivíduos passam a achar que é “correto”, necessário até.




                                 Mas afinal , o que é consumir ?

Consumo é alguém adquirir, aproveitar bens, produtos, para satisfazer reais necessidades. Consumimos água e alimentos para podermos sobreviver. Comprar roupas é uma atividade de consumo motivada por uma necessidade real, precisamos nos vestir para vivermos numa sociedade , sem que exista certas restrições ou diferenças , ou simplismente para nos agasalharmos do frio ou nos proteger da chuva .Consumo é alguém adquirir, aproveitar bens, produtos, para satisfazer reais necessidades. Ou seja, o consumo se baseia em necessidades primordiais para o homem e para a sociedade na qual vive .

Como sabemos que estamos praticando o consumismo ?

O consumismo, por outro lado, é o ato, ou hábito, de adquirir produtos em geral supérfluos sem que haja necessidade real, de maneira muitas vezes compulsiva, gerando até mesmo problemas financeiros para as pessoas, que desviam parte do dinheiro que seria empregado para fins mais necessários para compras sem necessidade. Ou seja , compra-se por comprar, não se satisfaz de verdade necessidade alguma, mesmo que temporariamente isso pareça acontecer.

Uma das soluções propostas por algumas pessoas , seriam banir os ''comerciais'' de televisão , o que para muitos , seria algo bom , pois a mídia não influenciaria tanto assim para que as pessoas comprassem determinado produto , mas mesmo assim o problema não seria resolvido , afinal , consumismo deriva de consumir , e nós precisamos disso para viver , e sempre que comprarmos algo , vamos querer mais e mais .


Nicole Romano nº37  2ºEM                                               

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Qual a diferença entre consumo e consumismo?

A diferença entre o consumo e o consumismo é que no consumo as pessoas adquirem
somente aquilo que lhes é necessário para sobrevivência. Já no consumismo a pessoa 
gasta tudo que tem em produtos supérfluos, que muitas vezes não é o melhor para ela,
porém é o que ela tem curiosidade de experimentar devido a propagandas na TV, devido a 
ser um produto de marca. Isso pode gerar violência, pois as pessoas que cometem crimes
na maioria das vezes não roubam ou furta por necessidade, e sim por vontade de ter 
aquele produto, e de não ter condições de adquiri-lo.Muitas vezes o consumismo chega a 
ser uma patologia comportamental. Pessoas compram compulsivamente coisas que elas não 
irão usar ou que não têm utilidade para elas apenas para atender à vontade de comprar.
Origem do consumismo
O consumismo tem origens emocionais, sociais, financeiras e psicológicas onde juntas 
levam as pessoas a gastarem o que podem e o que não podem com a necessidade de suprir
à indiferença social, a falta de recursos financeiros, a baixa auto-estima, a perturbação
emocional e outros.
Quais as conseqüências do consumismo?
As conseqüências do consumismo são péssimas ao consumista porque os mesmos são
“obrigados” a processos de alienação, exploração no trabalho, fazendo com que acabem
com suas relações sociais entre a sociedade além de levá-las a um distúrbio pela compulsão 
de gastar dinheiro. Que também sofre com essas conseqüências é o meio
ambiente, pois o aumento desenfreado do consumo incentiva o desperdício e a grande
quantidade de lixo.
Comprar ,comprar e comprar...
O ato de comprar muitas vezes não está relacionado simplesmente com a aquisição de bens
para o consumo. As compras podem assumir uma ligação com a frustração ou a
solidão.Esse ato de comprar prevalece entre as mulheres por esta função ser
Tradicionalmente concedida a ela
Cresce cada vez mais o número de pessoas que procuram ajuda psicológica ou psiquiátrica
para controlar o consumo compulsivo.O costume de comprar aparece por volta dos 18

anos, quando apesar de não comprarem, os jovens
gastam horas experimentando
roupas.O consumo compulsivo pode comprometer
desde o equilíbrio emocional até o
orçamento familiar. Diante da impossibilidade
financeira de adquirir um produto, a
ansiedade da pessoa pode ser aumentada. O
consumo pode funcionar para remediar
carências. Dificuldades de relacionamento podem
ser sinalizadas pela compulsão. Sendo
assim, diante de situações nas quais as pessoas se
sentem ansiosas e frágeis, essas podem
tentar preencher a falta de relações mais complexas,
adquirindo objetos, já que esses não as rejeitam nem decepcionam.
O consumidor só se satisfaz ao adquirir o produto cobiçado, porém este tem um valor
simbólico, ou seja, quando é adquirido perde seu valor, uma vez que o que está por trás da
compra pode ser a tentativa de suprir carências afetivas.



























Milena Borges - Nº 35 - 2ºEM

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Boneca ? Carrinho ? Nada ! Crianças querem gadjet de presente.

As crianças atualmente já nascem conectadas. Mães mostram suas crias ao mundo em tempo real, Smartphone dos pais nas mãos de crianças são algo frequente. A intimidade dos pequenos com os dispositivos eletrônicos, como celulares, tablets, computadores e, é claro, os videogames, aparece em idades cada vez menores.
Segundo dados coletados no final de 2011 pela agência de marketing Kids Industries com 2,2 mil pais e crianças nos Estados Unidos e no Reino Unido, 15% dos menores entre três e oito anos utilizam o iPad de seus pais e 9% possuem o seu próprio; 20% deles têm o iPod Touch.

Esse primeiro contato com o mundo virtual ocorre por conta da mãe, que está habituada a falar frequentemente no celular, a não perder a novela na TV, navegar na internet atrás de sugestões para o chá de bebê e enxoval, ou até mesmo ao realizar exames em máquinas de ultrassom com tecnologia de ponta. A mãe de hoje está conectada, e logo, o filho também. Quem nunca deixou o filho, sobrinho, afilhado ou irmãozinho pegar o celular para se entreter? As crianças já nascem em meio a dezenas de aparelho e sistemas, que se reciclam a cada dia e influenciam diretamente em suas vidas e hábitos de consumo.

No dia 12 de outubro, se comemora o Dia das Crianças e os jogos de tabuleiro, carrinhos e bonecas já não estão no topo da lista de brinquedos favoritos. Em 2011, uma pesquisa realizada pela Duracell, na Inglaterra, revelou que a maioria das crianças preferem ganhar celulares do que brinquedos. A pesquisa foi realizada com 2.138 crianças de 5 a 16 anos e concluiu que 54% dos entrevistados querem produtos tecnológicos de presente. Com 14% de preferência, o iPhone 4 é o item mais desejado. Segue resultados da pesquisa:

  • Celular    - 14%
  • Tocador de áudio digital - 13%
  • Tablet - 12%
  • Videogame - 11%
  • Bonecos e bonecas - 7%
  • Pelúcia    - 5%
  • Câmera filmadora de bolso - 4%
  • Jogos de Videogame - 3%
 Em uma nova geração,cheio de pensamentos e atitudes diferentes,é possível enxergar o desafio dos pais na educação dos filhos.A falta de tempo,a tecnologia,liberdade e o consumismo são importantes fatores que interferem na educação dos filhos na sociedade contemporânea. O fato é: pais e mães precisam tomar cuidados e saber impor limites.

 É evidente que a tecnologia atrapalha na formação de uma criança.A facilidade em fazer pesquisas,por exemplo,é muito grande,devido a esta modernidade.Hoje em dia,os estudantes não têm o costume de procurar uma biblioteca para fins de estudos,mas sim a internet.Essa facilidade intervem na produção de conhecimento.

Ainda,sem deixar de lembrar,outro fator considerável;o consumo.Dar muita liberdade para os filhos pode ser perigoso diante uma sociedade tão consumista.Um exemplo disso é o "logotipo" que ficou conhecido para a atual geração: "você é o que você consome.".Crianças e jovens querem,a cada dia,comprar mais,sem nenhuma necessidade e consciência.




Vale ressaltar que pais não podem tirar a privacidade dos filhos.Todo ser humano necessita de seu "próprio espaço" para organizar suas ideias.Quando pais interferem nas relações amorosas dos filhos,por exemplo,estão impedindo que eles lidem com decepções,o que não ajuda."Os filhos têm que aprender a lidar com decepções".
                Há,de fato,um grande desafio na educação dos filhos.Em uma sociedade tão moderna,todo cuidado é pouco.Mesmo com diversos fatores que podem atrapalhar,é importante saber que pai é pai e não apenas um amigo,é preciso saber dizer não.

Jéssica Donolato nº 26, 2ºEM

Consumismo Juvenil


Há inúmeros pontos a serem discutidos sobre as tendências de consumo juvenil, já vista o volume de opiniões variarem não apenas de pessoa a pessoa, mas do estado de espírito individual que pode se alterar muitas vezes ao longo de um único dia. É possível destacar o papel influenciador das relações sociais neste cenário complexo, considerando-se a confiança entre aqueles que são amigos e que por sua vez tornam-se uma verdadeira referência na hora de decidir a compra. 
O público jovem  investe pesadamente em lazer e alimentação, embora circule por outros segmentos. Ele tem sede de mudança, além de receber estímulos constantes da exuberante comunicação publicitária, o que os torna consumistas nômades em muitas ocasiões, a exemplo de ter uma coisa em mente para comprar e decidir-se por outra(s) quando em contato com a variedade.

Para os profissionais mais atentos cumpre observar o valor existente nas relações entre os jovens, e fazer de tal fenômeno o cerne de algumas estratégias para atrair e imprimir a boa impressão de proximidade e satisfação sobre o consumo. Conforme já bem apontado, a indicação de alguém de confiança no grupo social tem o seu peso em ouro, ampliando a chance de influenciar a decisão de compra. É um público que se movimenta em direções múltiplas, contudo, é capaz de direcionar o seu foco de compra no ponto que lhe parece selecionado através de uma indicação próxima. Se por um lado a comunicação do mercado despeja informações excessivas, por outro a triagem delas demonstra ser interessante. Funciona como um respiro saudável. Um descanso para as mentes que fervilham com tanta perspectiva. É um segmento borbulhante e sedento por compras.










Ingrid Andrade n°24 2°Em